segunda-feira, 8 de junho de 2015

No Japão, o único profissional que Não precisa se curvar diante do Imperador é o PROFESSOR, pois segundo os japoneses, numa terra que não há professores, não pode haver imperadores.



No Japão, o único profissional que
Não precisa se curvar diante do
Imperador é o PROFESSOR, pois
segundo os japoneses, numa terra
que não há professores, não pode

 haver imperadores.

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sábado, 6 de junho de 2015

SP MUDARÁ ENSINO MÉDIO PÚBLICO EM 2016 E ALUNOS VÃO ESCOLHER DISCIPLINAS

SP MUDARÁ ENSINO MÉDIO PÚBLICO EM 2016 E ALUNOS VÃO ESCOLHER DISCIPLINAS

O PLANO É QUE A MAIOR PARTE DO QUE É ESTUDADO NOS DOIS ÚLTIMOS ANOS SEJA CONSTRUÍDA A PARTIR DOS INTERESSES DO ALUNO. DEVE HAVER A OFERTA DE DISCIPLINAS FORA DA GRADE TRADICIONAL, COMO TEATRO



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Educação escola estudo material escolar (Foto: Shutterstock)
O governo do Estado de São Paulo vai iniciar no próximo ano um novo modelo de currículo no ensino médio. O plano da Secretaria Estadual da Educação é transformar a maior parte do curso em disciplinas optativas, modelo em que os estudantes podem escolher o que vão estudar. O novo ensino médio deve começar em 2016 em um número restrito de escolas e depois avançar para toda a rede.

A reforma dessa etapa deve transformar sobretudo os 2.º e 3.º anos, quando as disciplinas serão oferecidas para opção do aluno. Será o estudante que montará sua grade. Apenas o 1.º ano continuaria com o currículo fechado, em um "núcleo comum", como é hoje em toda a educação básica.

Ao se confirmar, essa deve ser a maior mudança no ensino médio da rede estadual, a maior do País. O secretário da Educação de São Paulo, Herman Voorwald, informou à reportagem acreditar que a aposta no protagonismo do aluno é a melhor saída para essa etapa, considerada o maior gargalo da educação brasileira.

"Se eu quiser desenvolver a capacidade de escolha e de tomada de decisões nos jovens, tenho de permitir que ele opte. Este é o único caminho que tenho para que esse menino diga: 'estou escolhendo as disciplinas que eu quero, que fazem parte do que eu quero seguir na minha vida'", disse o secretário.

A proposta está sendo finalizada na área pedagógica da pasta para ser discutida no Conselho Estadual de Educação (CEE) no segundo semestre. A secretaria não revela detalhes, mas o plano é que a maior parte do que é estudado nos dois últimos anos seja construída a partir dos interesses do aluno. Deve haver a oferta de disciplinas fora da grade tradicional, como Teatro. "Ou mudamos ou vamos falir e esses meninos não vêm para a escola. Se ele odeia Matemática, pode optar por Artes, Idiomas", diz Voorwald.

Modelo
Ainda não há um número definido de escolas que vão iniciar a nova grade, mas elas serão escolhidas por adesão ao projeto. Há preocupação na pasta de o modelo "travar" se for iniciado em um número muito grande de escolas ou na rede toda. Essa estratégia de adesão foi adotada no modelo de Escola de Tempo Integral, iniciado em 2011, que hoje envolve 257 escolas do fundamental ao médio.

Ensino médio
Essas unidades de tempo integral têm grade flexível, com base em um conceito de protagonismo juvenil. Os alunos podem escolher disciplinas optativas, que vão da prática de ciência à moda. As boas experiências do modelo é que têm inspirado o novo currículo. "O aluno não será mais um número, muda até o conceito de gestão", diz o secretário, que afirma que o plano existe desde 2011, quando assumiu a pasta no início do mandato anterior do governador Geraldo Alckmin (PSDB). "Mas o terreno não era fértil na época, como agora", diz.


Para especialistas, mudanças são urgentes. Segundo o ex-secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) Cesar Callegari, o ensino médio precisa de uma revolução, feita com muita coragem. "Não adianta mais ficar remendando uma estrutura que evidentemente não corresponde às necessidades dos jovens, das escolas e do País", diz o também ex-secretário municipal de Educação da Prefeitura de São Paulo. "É importante que a meninada tenha como exercer seu protagonismo."

Os indicadores de qualidade do ensino médio do País estão praticamente estagnados, e não é diferente em São Paulo. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio paulista caiu entre 2011 e 2013, de 3,9 para 3,7, ficando abaixo da meta daquele ano (que era de 3,9) e distante da meta a longo prazo: chegar a 5,1 em 2021. No indicador estadual realizado todos os anos, houve variação positiva no Idesp em 2014 com relação ao ano passado. Passou de 1,83 para 1,93 - o ideal é chegar a 5. O maior problema é que os resultados nas avaliações de Português e Matemática estão estagnados em níveis muito baixos há anos.

A pesquisadora Paula Louzano, doutora em Política Educacional pela Universidade Harvard, vê a falta de um esforço para uma sistematização articulada entre os níveis de ensino. "Há uma ideia de que nosso ensino é enciclopédico, mas nem a esse ponto chegamos. Se os alunos soubessem o que é porcentagem, mas não entendessem para que serve, seria isso. Mas a maioria dos alunos não sabe nem porcentagem", diz. "Vejo com muita desconfiança reformas no ensino médio sem mexer nos anos finais do ensino fundamental."

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Viviane Senna diz, modelo de escola atual parou no século 19

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Viviane Senna (Divulgação)
Para Viviane Senna, sistema educacional atual prepara alunos para mundo 'que não existe mais'.
A psicóloga Viviane Senna poderia ser conhecida apenas por ser a irmã do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, morto em maio de 1994. O trabalho que vem realizando há duas décadas à frente do instituto que leva o nome do irmão, porém, fez com que também se tornasse uma das figuras mais proeminentes no debate sobre educação no Brasil.
O Instituto Ayrton Senna (IAS) foi idealizado pelo piloto, mas só saiu do papel após sua morte, em novembro de 1994, quando sua família cedeu à entidade os direitos sobre a imagem de Senna. Desde então, vem atuando em projetos para melhorar a eficiência de instituições de ensino em todo o país, organizando desde programas de reforço escolar e capacitação de professores até sistemas de gestão de recursos.
Seus projetos atendem a cerca de 2 milhões de crianças a cada ano, sendo em parte financiados pelo licenciamento de produtos da grife Senna - que vão de capas de smartphone a macarrões instantâneos, relógios e artigos de papelaria.

No mês passado, o instituto abriu uma nova seara de atuação com a inauguração do chamado "Edulab21", um laboratório de inovação dedicado a produção e disseminação de pesquisas científicas que possam contribuir para a formulação de políticas públicas para a educação.
Entre seus integrantes e colaboradores estão o economista Ricardo Paes de Barros, um dos arquitetos do programa Bolsa Família (agora no IAS), o economista Daniel Santos, da USP, e os psicólogos Filip de Fruyt, da Universidade de Ghent, Oliver John, da Universidade da Califórnia, e Ricardo Primi, da Universidade de São Francisco.
"A ideia é gerar e disseminar conhecimentos que possam ajudar a levar o século 21 para dentro da escola", explica Viviane. Em uma cerimônia para promover a iniciativa, a psicóloga explicou para a BBC Brasil por que acredita que o sistema educacional parou no século 19 e o que é preciso fazer para resolver esse problema. Confira:
BBC Brasil - Por que a senhora diz que a escola está ficando para trás?
Viviane Senna - Se pudéssemos transportar um cirurgião do século 19 para um hospital de hoje, ele não teria ideia do que fazer. O mesmo vale para um operador da bolsa ou até para um piloto de avião do século passado. Não saberiam que botão apertar. Mas se o indivíduo transportado fosse um professor, encontraria na sala de aula deste século a mesma lousa, os mesmos alunos enfileirados. Saberia exatamente o que fazer. A escola parece impermeável às décadas de revolução científica e tecnológica que provocaram grandes mudanças em nosso dia a dia. Ficou parada no tempo, preparando os alunos para um mundo que não existe mais.
Viviane Senna: 'A criança não pode apenas decorar conceitos ou receber informações do professor. Precisa desenvolver um pensamento crítico e um raciocínio lógico aguçado, desenvolver sua capacidade de inovar, ser criativa e flexível e de resolver problemas'
BBC Brasil - O que há de tão errado com a educação hoje?
Viviane Senna - Um dos problemas é que o professor não tem a menor chance de ser a "fonte do conhecimento", com o conhecimento se multiplicando de forma exponencial, em questão de segundos. Até o século passado, uma descoberta revolucionária demorava décadas para acontecer. Hoje, temos uma grande inovação a cada cinco anos. Só neste ano a previsão é de que sejam produzidos mais conhecimentos e informações do que nos últimos 5 mil anos. Na prática, isso significa que se um aluno começa um curso técnico de quatro anos, por exemplo, quando chega ao terceiro ano, metade do que aprendeu no primeiro já está defasado.
Não dá para continuar com um sistema em que o professor é o detentor do conhecimento e o aluno um arquivo em que esse conteúdo deve ser "depositado" - basicamente, o modelo do século 19. Precisamos levar o século 21 para a escola. O que significa criar sistemas que deem aos alunos oportunidade e capacidade de acessar esse arsenal de novidades produzido de forma constante em diversas disciplinas.
BBC Brasil - O que seria a escola do século 21?
Viviane Senna - Quando falamos em escola do século 21 as pessoas pensam que estamos falando em levar tablets e smartphones para as salas de aula. Não é só isso. É claro que essas novas tecnologias da informação são importantes, mas não são suficientes. São uma pequena parte dessa imensa revolução na produção de conhecimento que estamos vivenciando. O que precisamos é de uma escola que consiga preparar as crianças para viver, se relacionar e trabalhar em um mundo complexo como o que temos hoje, uma sociedade e uma economia do conhecimento.
A criança não pode apenas decorar conceitos ou receber informações do professor. Precisa desenvolver um pensamento crítico e um raciocínio lógico aguçado, desenvolver sua capacidade de inovar, ser criativa e flexível e de resolver problemas. Essas habilidades socioemocionais são cruciais para que as pessoas e países possam prosperar. E o professor deve ser um mediador nesse processo. Mais do que o conhecimento certo, precisamos fomentar as atitudes certas.
Qual casamento sobrevive se o casal não tiver muita flexibilidade, persistência, criatividade? Não adianta ser inteligente. Essas habilidades são determinantes, seja na vida pessoal, na família, no trabalho e na vida em sociedade. E elas podem e devem ser desenvolvidas intencionalmente. Devem deixar de ser um currículo oculto para se tornar uma meta do sistema de ensino, como a aquisição de determinados conhecimentos de português e matemática.
BBC Brasil - O que pode servir de inspiração para a mudança?
Viviane Senna - Há diversas experiências interessantes nessa área. No Japão, por exemplo, desde a pré-escola as crianças passaram a receber brinquedos grandes, com os quais não podem brincar sozinhas. Elas precisam da ajuda dos amiguinhos. O objetivo é desenvolver a competência de colaboração nos alunos desde pequenos, porque eles já entenderam que essa capacidade de trabalhar em grupo será importante para os japoneses em um mundo globalizado, em que eles têm de lidar com pessoas e povos de cultura diferentes.
No Colégio Estadual Chico Anysio, no Rio de Janeiro, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação do RJ, já trabalhamos esses conceitos sobre os quais falei. Os alunos participam de três tipos de projetos: de intervenção, em que trabalham em times para levar adiante ações envolvendo a escola e a comunidade; de pesquisa, em que fazem pesquisas relacionadas a diferentes áreas de conhecimento; e os projetos de vida, em que refletem sobre suas trajetórias escolares e vivenciam situações que lhes permitam construir suas identidades e projetos de vida.
Em escolas públicas do interior de São Paulo, junto com a Secretaria Estadual de Educação de SP, desenvolvemos soluções educacionais em que os estudantes desenham e colocam em prática ações para melhorar a escola e comunidade. E, para chegarem a soluções para problemas reais, aprendem conceitos básicos das disciplinas regulares, como Português e Matemática. Também criamos, em parceria com a OCDE e as secretarias estadual e municipal de educação do Rio, um sistema para avaliar o os resultados desses projetos, o SENNA - sigla em inglês para avaliação nacional de competências socioemocionais ou não cognitivas.
BBC Brasil - O Instituto Ayrton Senna está lançando um centro de estudos que vai coletar e produzir pesquisas para contribuir para a 'evolução' da escola. Que tipo de descoberta pode ajudar?
Viviane Senna - Na área de neurociência, por exemplo, estamos avançando no conhecimento das chamadas funções executivas, ligadas ao córtex pré-frontal. Algo que se descobriu recentemente, e que tem sido confirmado por pesquisas na área de psicologia e economia, é que as capacidades de você autorregular seu comportamento, estabelecer metas e ser persistente na busca dessas metas, ter disciplina e responsabilidade têm um impacto imenso na aprendizagem escolar e na sua trajetória pessoal e profissional.
Uma criança disciplinada, perseverante e focada aprende. E as pesquisas mostram que pode ter tanto ou mais sucesso na escola e fora dela do que uma criança considerada muito inteligente, com QI alto. Não adianta ser um Einstein em potencial. Então algo que precisamos pensar seriamente é como desenvolver essas qualidades. Outra coisa interessante que as pesquisas têm mostrado é que as habilidades socioemocionais podem ter um impacto maior que o nível socioeconômico de uma criança em seu desempenho escolar.
'Desenvolver habilidades como flexibilidade, persistência e criatividade devem ser metas de ensino, como a aquisição de determinados conhecimentos de português e matemática'
BBC Brasil - Como assim?
Viviane Senna - Há vinte anos, era comum ouvir no Brasil que as crianças pobres não conseguiam aprender direito porque eram subnutridas, não comiam bem. Esse discurso foi superado, mas muita gente ainda continua tentando atribuir o problema do fracasso escolar a dificuldades criadas pelo nível socioeconômico dos alunos. Como se esse fosse um fator determinante. A escola lava as mãos. Diz: a criança não aprende porque é pobre, vem de uma família desestruturada.
Há de fato alguma correlação entre nível socioeconômico e aprendizagem, mas o papel da escola é mudar isso. Senão teríamos de concluir que é preciso enriquecer todas as crianças brasileiras e suas famílias para que elas consigam aprender - o que é um absurdo. A educação deve ajudar na ascensão social da criança. Não o contrário. O que os estudos mostram é que mesmo crianças pobres, com backgrounds familiares desfavoráveis, conseguem prosperar na escola e na vida se tiverem as habilidades socioemocionais certas.
BBC Brasil - Especialistas dizem que, embora nos últimos anos o Brasil tenha conseguido aumentar a média de anos de estudos da população, ainda não avançamos na questão da qualidade. Algum sinal de mudança?
Viviane Senna - Na área de educação pública, o Brasil é como um espadachim, obrigado a lutar em duas frentes. De um lado, temos tarefas bastante primárias pendentes. Ao contrário de países desenvolvidos, ainda precisamos ensinar a população competências cognitivas básicas como ler e escrever. Ao mesmo tempo, o país também tem de começar a adaptar as escolas públicas para atender a essas novas demandas do século 21. A boa noticia é que as habilidades requeridas pela realidade de nosso século facilitam o desenvolvimento das habilidades cognitivas básicas. Ou seja, se fizermos avanços em uma frente, avançar na outra se torna mais fácil.

BBC Brasil - Mas estamos dando algum passo para avançar na questão da qualidade? Em um momento o governo promete que seu lema será 'pátria educadora'. Logo em seguida, a educação é atingida pelos cortes para promover o ajuste fiscal …
Viviane Senna - O Brasil está em um momento bastante difícil do ponto de vista econômico, político e ético. E a educação não pode ser isolada desse contexto adverso. Mas acho que nossa grande tarefa hoje ainda é identificar qual direção queremos tomar em termos de educação pública, porque se não sabemos para onde vamos, não importa se o contexto está favorável ou não. Nenhum vento ajuda quem não sabe em que porto quer atracar.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Incrível estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais, aponta estudo da OCDE

Um estudo recente sobre aspectos da educação mostra que quem estuda mais tende a ser mais feliz e ter uma expectativa de vida maior. O levantamento What are the social benefits of education? (Quais são os benefícios sociais da educação?, em tradução livre) foi produzido pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte.
  • + 18%

    de satisfação pessoal
    de quem tem ensino superior em relação a quem parou no ensino médio
    "A educação ajuda as pessoas a desenvolver habilidades, melhorar a sua condição social e ter acesso a redes que podem ajudá-las a terem mais conquistas sociais", dizem os autores da pesquisa.
    Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque tem maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para que têm nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.
    Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais. Já os portugueses, asseguraram a diferença mais baixa, apenas 3.




    No caso das mulheres, a diferença não é tão acentuada: a expectativa média de vida é de quatro anos a mais para as universitárias. À frente desta tabela estão as nascidas na Letônia, que vivem quase nove anos mais do que as compatriotas que interromperam os estudos no antigo segundo grau.

    Participação política

    Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal.
    "A educação tem o potencial de trazer benefícios para as pessoas e para as sociedades, e isso vai muito além da contribuição para a empregabilidade dos indivíduos ou de renda", afirma os autores da pesquisa, que enfatiza ainda a importância do Estado.
    "Os políticos devem ter em conta que a educação pode gerar benefícios sociais mais amplos desde que haja mais investindo em políticas públicas".

    Educação em foco

    O estudo, divulgado no fim do mês passado, encerra a Education Indicators in Focus, série composta por 10 estudos, apresentados ao longo de janeiro de 2012 a janeiro de 2013, que destacam diferentes aspectos educacionais avaliados da educação básica ao ensino superior. Entre eles, como a crise global afeta as pessoas com diferentes níveis de escolarização, quais países estão dando suporte ao acesso ao ensino superior e qual a variação no número de alunos ao redor do mundo.
    Os interessados em acompanhar as pesquisas podem acessá-las gratuitamente online em três versões: inglês, espanhol e francês.

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    quarta-feira, 3 de junho de 2015

    PRINCÍPIOS DA LEITURA DINÂMICA AVANÇADA

    PRINCÍPIOS DA LEITURA DINÂMICA AVANÇADA

    PRINCÍPIOS DA LEITURA DINÂMICA AVANÇADA

    Qual é o objetivo da leitura com velocidade?

    É uma técnica essencial na era da informação, do conhecimento e  Internet.

    É uma metodologia que permite:

    Aumentar a velocidade de leitura em até até 300%, como consequência aumento do nível de compreensão ...

    Erradicar hábitos de leitura negativos, trocando por novos e mais convenientes.

    Colocando a leitura em sintonia com o nosso tempo: maior velocidade e compreensão, esforço mínimo e máximo desempenho.

    Leitura lenta usa força através das sílabas de texto e palavras.

    Isso é equivalente a querer olhar através de uma floresta cada árvore, ou assistir qualquer cena através de um pequeno buraco. Este tipo de abordagem que impede o entendimento global é chamado tecnicamente "leitura tubular '. Todos, desde a escola primária, leem esta forma.

    Se uma pessoa normal lê 250 palavras por minuto, vai demorar cerca de sete horas para completar um livro de 200 páginas (assumindo que há cinco centenas de palavras cada). Mas com a leitura dinâmica avançada, pode chegar a 1.000 palavras por minuto.Terminando um livro em pouco mais de uma hora.

    Objetivos deste curso Evoluçãox:

    · Aproveitar o hábito da leitura.
    · Aumentar a velocidade de movimentos oculares.
    · Estender o comprimento das suas fixações.
    · Compreender melhor e mais rápido.
    · Ler sem nenhum movimento de lábios, língua e / ou laringe.
    · Aumentar a concentração.
    · Otimizar a retenção de material de leitura.
    · Aproveite a maior relaxamento visual.
    · Fazer uma seleção adequada de textos.
    · Saber como aplicar técnicas de salto e deslizando.

    Saiba mais em: www.evolucaoxworld.com.br

    terça-feira, 2 de junho de 2015

    A leitura dinâmica Evoluçãox funciona?

    A leitura dinâmica Evoluçãox funciona?

    É uma pergunta que milhares de pessoas fazem sobre este curso, sim funciona!

    Mais velocidade e maior compreensão, este é o objetivo deste curso de leitura.

    Gaste o seu tempo da melhor maneira possível, esse é o sonho de todas as pessoas no mundo. Portanto, se você quer obter todos os benefícios de seu tempo lendo, você deve aprender a ler não apenas mais rápido mas com compreensão.

    Em nosso curso de leitura Evoluçãox, você vai descobrir  e identificar seus velhos hábitos de leitura ineficazes, e após substituí-los por novos hábitos, bem definidos e eficazes.

    A primeira melhoria está na sua velocidade, bem como vai se certificar de que você pode ler e entender mais palavras por minuto. Você descobre que sua nova habilidade não é mágica, mas sim uma habilidade física que requer método e prática.

    Dois tipos de ineficiência:

    As pessoas que lêem um livro em dez minutos, mas não pode explicar, mesmo que brevemente o enredo, eles não podem ser considerados bons leitores, eles são ineficazes. Além disso, aqueles que não podem explicar nada sobre o romance, mas precisa de dois meses para ler, eles não são bons leitores, eles são ineficientes.


    REQUISITOS PARA MELHORAR habilidades de leitura:

    Colher os benefícios de uma leitura mais rápida envolve sete requisitos:

    1. Desejo de melhoria. Um desejo sincero é essencial .

    2. Acredite que você pode melhorar. A pior coisa que você pode perguntar a qualquer instrutor é: "Mostre-me o impossível." Você tem que acreditar que é possível. Você pode não saber como, mas você tem que acreditar que há um caminho. Você pode ter amigos que tomaram um curso de leitura de velocidade ou são naturalmente leitores rápidos. Se assim for, você teve uma experiência em primeira mão sobre as possibilidades de ler e compreender a uma taxa muito mais elevada.

    3. Siga todas as instruções cuidadosamente. Nosso método de ensino foi desenvolvido por profissionais, resumindo elementos vitais de uma boa leitura dinâmica. Qualquer desvio ou omissão das instruções ou lições prejudica a sua capacidade de colocar em prática as técnicas descritas.

    4. Competir com você mesmo / a. Tentando melhorar a cada exercício. Cada pessoa que lê este curso vai começar em um nível diferente. Portanto, competindo só com você.

    5.  Estudar e praticar as técnicas de forma sistemática e consistente.

    6. Evite o estresse. Em treinos de velocidade, algumas pessoas ficam um pouco nervosas: o estresse pode afetar negativamente a compreensão. Obviamente, a compreensão diminui se você está nervoso ao fazer os exercícios.

    7. Prática. Porque a única maneira de substituir uma vida inteira de velhos hábitos de leitura é entender e reforçar novos hábitos. Caso contrário, pode cair facilmente em sua velha maneira de fazer as coisas, o que é bastante compreensível, uma vez que os velhos hábitos são confortáveis ​​e familiares.

    Seja bem vindo ao mundo dos Leitores Dinâmicos Avançados Evoluçãox!

    Saiba mais em: www.evolucaoxeduca.com.br


    segunda-feira, 1 de junho de 2015

    Como dominar as técnicas de leitura dinâmica

    Como dominar as técnicas de leitura dinâmica.

    Por: Equipe Evoluçãox

    Neste milênio, o mundo é governado por informações. E vai ganhar quem tem a informação certa no momento certo, e da maneira mais poderosa. Para alcançar este objetivo somente dominando as técnicas de leitura dinâmica avançada.

    Há muitas maneiras de acessar informações, e um dos mais comuns é a leitura. Pode ser na forma de livros, jornais, internet, email, ...imagine, empresários, executivos, profissionais liberais, pessoas que prestam concurso público.

    Um leitor médio lê cerca de 200 palavras por minuto. Com uma gama de técnicas que se tem mostrado eficazes ao longo de décadas, podemos aprender a ler cerca de 1.000 palavras por minuto, e ser um leitor rápido, capaz de ler a mesma quantidade de informação com compreensão e retenção.

    Leitura dinâmica avançada  é melhor para o nosso cérebro do que a leitura convencional, pois em vez de vocalizar palavras com a nossa voz interior, rapidamente criamos imagens em nosso cérebro e como diz o ditado, "uma imagem vale mais que mil palavras".

    Imagine o que significa dominar as técnicas de leitura dinâmica avançada de velocidade para sua carreira, sua empresa, seus investimentos e quanto tempo livre poderia ter. ( ter uma excelente carreira)

    Quer saber mais acesse: www.evolucaoxeduca.com.br